quinta-feira, 20 de julho de 2017

Liberdade

foto da internet

Muita gente fala sobre a liberdade. E são tantas as formas de liberdades que defendem que a gente até se perde. É uma liberdade para não ter filhos; liberdade para tornar-se maconheiro; liberdade para ser gorda(o) no restritíssimo circulo de pessoas solitárias; liberdade para ser feio e propagar a feiura; liberdade para deixar de ser livre e tornar-se escravo de pessoas e objetos.
Todos falam muito de liberdade como se fosse um privilégio restrito - e realmente o é para os mentalmente incapazes - sem considerar as tantas implicações que advém de uma luta desvairada e desnecessária sobre pseudo liberdades. 
A solidão, a mesma solidão que García Márquez relata, é um dos frutos que acabam sendo provados quando se tenta criar paradigmas que não existem e nem poderiam. 
A liberdade de ser solitário, decorrendo essa solidão da obrigatoriedade de aceitação de outrem sobre qualidades individuais e intrínsecas, não se aplica. É por isso que tanta gente é depressiva. É por isso que há tanta gente louca solta por aí, gritando por mediocridades. 


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